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A SF – Strategy & Finance atua desde 1998 apoiando organizações na tomada de decisões estratégicas, com foco em alocação de capital, valuation, governança financeira e análise dinâmica do capital de giro.
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Nossa trajetória teve origem na engenharia diagnóstica e nas avaliações técnicas no mercado imobiliário. Ao longo de mais de duas décadas, essa base evoluiu para uma atuação mais ampla e estratégica, voltada à gestão do patrimônio, mitigação de riscos e eficiência no uso dos recursos financeiros, sempre com atenção ao impacto das decisões no caixa, no risco e no retorno sobre o capital investido.
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Durante esse período, a SF atuou como braço técnico de bancos, cooperativas de crédito e administradoras, realizando avaliações econômicas, auditorias de gestão, acompanhamento de projetos e análises de risco. Essa experiência prática consolidou uma visão aprofundada sobre onde o capital se perde, onde o risco se esconde e como decisões mal estruturadas comprometem resultados mesmo em organizações aparentemente saudáveis.
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Hoje, essa bagagem técnica sustenta uma atuação orientada a nível de conselho e C-Level, apoiando sócios e executivos em decisões críticas de:
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Valuation para fins estratégicos e societários
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Análise dinâmica do capital de giro e do fluxo de caixa
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Estruturação de conselhos consultivos
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Governança financeira e disciplina de alocação de capital​
O sócio-diretor Alexandre Lerch Franco é Engenheiro Civil, Mestre em Administração e Doutor em Contabilidade e Finanças pela Universidade Federal do RS (UFRGS). Atua há mais de 20 anos como professor em cursos de MBA em Finanças no RS e SC, lecionando disciplinas de análise dinâmica do capital de giro, gestão do fluxo de caixa e finanças corporativas para empresas de médio e grande porte.
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A SF mantém também atuação técnica em auditorias de gestão patrimonial, especialmente em ambientes onde a governança financeira é crítica, como condomínios de elevado porte e estruturas coletivas, experiência que reforça nossa visão prática sobre controle, risco e uso eficiente dos recursos.
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Referências profissionais:
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João Custódio — Fortus Group (Auditoria Contábil - Valuation)
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Francisco Lumertz — Selcon Consultores (Headhunter - CRO/CFO)
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Wanderlei Passarela — Celint (Governança Corporativa - Board Member)​
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Nossa convicção é simples:
Lucro contábil não paga contas. Caixa paga.
E decisões financeiras sólidas começam no balanço.

CONHEÇA AS NOSSAS SOLUÇÕES

Atuação em Conselhos Consultivos
O serviço de Criação e Participação em Conselhos Consultivos tem como objetivo elevar a qualidade das decisões estratégicas, fortalecer a governança financeira e melhorar a alocação de capital, por meio de uma instância recorrente, independente e tecnicamente qualificada de aconselhamento ao C-Level e aos sócios.
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O Conselho Consultivo atua de forma estruturada e contínua, apoiando decisões que impactam diretamente caixa, risco, custos, contratos e desempenho econômico, sem interferir na gestão executiva cotidiana.
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Como o Conselho atua na prática
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A atuação do Conselho é baseada em reuniões mensais, com análise estruturada das informações financeiras, administrativas e contratuais, organizadas a partir de uma Secretaria do Conselho, garantindo foco estratégico e disciplina decisória.
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Entre as atribuições do Conselho Consultivo estão:
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Avaliar a qualidade da gestão financeira e administrativa;
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Identificar ineficiências recorrentes no uso dos recursos;
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Apoiar decisões de redução estrutural de custos, não cortes pontuais;
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Avaliar riscos financeiros, contratuais e operacionais;
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Apoiar a definição de prioridades de investimento e uso do caixa.
Análises conduzidas pelo Conselho
Como base técnica para as discussões de conselho, são realizadas análises periódicas que incluem:
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Reclassificação das despesas em:
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despesas recorrentes (fixas e previsíveis);
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despesas eventuais (extraordinárias e não recorrentes).
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Análise do fluxo de caixa, com foco em:
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descasamentos entre entradas e saídas;
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uso inadequado de capital;
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custos financeiros implícitos (juros, multas, atrasos).
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Análise da execução financeira, identificando:
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pagamentos realizados sem documentação adequada;
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pagamentos em desacordo com contratos;
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falhas de controle e registro.
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Análise dos pagamentos a fornecedores e prestadores, verificando:
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aderência aos contratos firmados;
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consistência de valores, prazos e condições.
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Essas análises não têm caráter operacional ou fiscalizatório, mas suportam decisões estratégicas do Conselho, com foco em governança e disciplina financeira.
Entregáveis do Conselho Consultivo
A cada ciclo mensal, o Conselho entrega ao C-Level e aos sócios:
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Pontos de atenção estratégicos: situações que representam risco financeiro, jurídico ou reputacional.
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Análise crítica do fluxo de caixa: identificação de ineficiências estruturais e oportunidades de melhoria.
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Recomendações de melhoria: propostas para:
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redução de custos recorrentes;
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melhoria do controle financeiro;
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fortalecimento da governança.
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Visão consolidada do saldo real do período: com base nas entradas e saídas efetivas de caixa.
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Encaminhamentos de decisão: temas que demandam deliberação do C-Level ou dos sócios.
Benefícios da atuação em Conselho
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Redução de custos estruturais, não apenas pontuais;
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Melhoria da previsibilidade financeira;
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Mitigação de riscos ocultos na gestão;
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Disciplina no uso do caixa e dos recursos;
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Maior transparência e qualidade da informação para decisão;
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Separação clara entre gestão executiva e instância de aconselhamento.
Posicionamento claro
O Conselho Consultivo não executa, não substitui a administração e não atua como auditor operacional.
​Atua como instância de decisão qualificada, trazendo método, disciplina e visão independente para o topo da organização.

Análise Dinâmica do Capital de Giro
O serviço de Análise Dinâmica do Capital de Giro tem como objetivo identificar ineficiências estruturais no uso do capital, quantificar impactos sobre caixa, risco e rentabilidade, e estabelecer metas factíveis de melhoria, alinhadas à realidade operacional da empresa.
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Diferentemente de análises estáticas ou meramente contábeis, essa abordagem considera o comportamento do capital de giro ao longo do tempo, permitindo identificar onde o capital está imobilizado, onde o risco se acumula e quanto caixa pode ser liberado sem comprometer a operação.
Como a análise é conduzida
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A análise é estruturada a partir da leitura integrada do balanço patrimonial, do fluxo de caixa e dos ciclos operacionais, com foco em decisões de alocação de capital.
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Entre os principais eixos de análise estão:
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Evolução dos ciclos operacional, financeiro e de caixa;
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Necessidade estrutural de capital de giro;
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Identificação de descasamentos entre prazos de recebimento e pagamento;
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Avaliação da política de crédito, estoques e fornecedores;
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Identificação de custos financeiros ocultos decorrentes de ineficiências.
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Diagnóstico de ineficiências
A partir da análise dinâmica, são identificadas, entre outras:
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Excesso de capital imobilizado em contas operacionais;
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Dependência recorrente de capital de terceiros para financiar a operação;
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Geração artificial de lucro com consumo de caixa;
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Práticas comerciais ou operacionais que pressionam o caixa;
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Riscos de liquidez não visíveis no resultado contábil.
Definição de metas factíveis
Com base no diagnóstico, são definidas metas realistas e mensuráveis, considerando:
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Capacidade operacional da empresa;
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Restrições comerciais e contratuais;
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Impacto sobre clientes, fornecedores e operação;
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Horizonte de curto, médio e longo prazo.
As metas são traduzidas em indicadores objetivos, como:
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redução da necessidade de capital de giro;
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melhoria do ciclo financeiro;
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redução de custos financeiros;
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aumento da previsibilidade de caixa.
Entregáveis
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Diagnóstico técnico da situação do capital de giro;
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Identificação das principais fontes de ineficiência;
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Estimativa de liberação potencial de caixa;
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Definição de metas factíveis e cronograma de implementação;
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Recomendações para acompanhamento pelo Conselho ou C-Level.
Benefícios
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Liberação de caixa sem aumento de risco;
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Redução estrutural do custo financeiro;
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Melhoria da previsibilidade de liquidez;
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Apoio à tomada de decisão em conselho;
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Base técnica para reestruturação, crescimento ou valuation.
Posicionamento claro
Capital de giro é capital investido.
Melhorá-lo é uma decisão estratégica de alocação de capital.

Administração Temporária de Recuperandas
Este serviço é voltado a empresas em Recuperação Judicial que, por determinação judicial ou recomendação do Administrador Judicial, necessitam da atuação de um Administrador Temporário independente, ou como é conhecido nos EUA, a atuação de um CRO - Chief Restructuring Officer, com foco na preservação da atividade empresarial, manutenção dos empregos e reorganização econômico-financeira da operação.
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A atuação tem caráter transitório, técnico e estratégico, com o objetivo de estabilizar a empresa, garantir sua continuidade operacional e, sempre que viável, conduzir um processo de turnaround com o objetivo de sair da RJ ou de maximizar o valor das empresas em processos de M&A das Unidades Produtivas Isoladas (UPIs) funcionais e lucrativas.
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Objetivos da atuação
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Manter a empresa operando de forma regular;
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Preservar postos de trabalho e a função social da empresa;
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Estabilizar caixa, operações e governança mínima;
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Identificar as causas reais da crise econômico-financeira;
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Apoiar a viabilidade do plano de recuperação judicial.
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Escopo de atuação
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A atuação é focada em gestão de crise, sem substituir permanentemente a administração societária, e inclui:
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Assunção temporária de funções executivas críticas;
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Organização do fluxo de caixa e priorização de pagamentos essenciais;
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Avaliação da estrutura de custos e contratos;
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Interlocução técnica com:
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Administrador Judicial
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Assessores jurídicos
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Credores estratégicos
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Sócios e gestores
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Apoio à execução do plano de recuperação judicial.
Diagnóstico e estabilização inicial
Nos primeiros ciclos de atuação, são conduzidas análises com foco em:
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Situação real de liquidez e caixa;
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Gargalos operacionais críticos;
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Estrutura de custos fixos e variáveis;
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Contratos que comprometem a viabilidade econômica;
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Riscos imediatos à continuidade da operação.
O objetivo inicial é interromper a deterioração financeira, garantindo previsibilidade mínima para a operação.
Turnaround e reorganização
Quando as condições permitem, a atuação evolui para um processo de turnaround, incluindo:
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Identificação das causas estruturais da crise;
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Correção de ineficiências operacionais e financeiras;
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Revisão de políticas comerciais e de capital de giro;
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Apoio à renegociação com credores estratégicos;
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Definição de metas factíveis de recuperação.
Esse processo é conduzido com disciplina financeira, foco em caixa e alinhamento com os limites legais da Recuperação Judicial.
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Entregáveis
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Diagnóstico econômico-financeiro da empresa;
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Plano de estabilização operacional e de caixa;
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Relatórios periódicos ao Administrador Judicial e partes envolvidas;
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Recomendações técnicas para o plano de recuperação;
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Apoio à transição da administração temporária para a gestão definitiva.
Benefícios da atuação
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Aumento das chances de continuidade da empresa;
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Preservação de empregos e da função social;
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Redução do risco de liquidação prematura;
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Maior transparência para credores e Judiciário;
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Base técnica sólida para decisões críticas durante a RJ.
Posicionamento claro
A administração temporária não é apenas gestão de crise.
É decisão técnica sob restrição, com foco em preservar valor, onde ainda existe valor.
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